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Brasil

Cápsulas de Sabedoria 01 - Leishmaniostático x Leishmanicida

 

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Cápsulas de Sabedoria 02 - Animais vacinados preventivamente contra a Leishmaniose podem apresentar resultados falso-positivos na sorologia?

 

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Cápsulas de Sabedoria 03 - Você sabia?

 
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Cápsulas de Sabedoria 04 - O que pode ser observado ao final dos 28 dias de tratamento?

 
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A importância em adquirir um produto legalizado para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (LVC)

Até bem pouco tempo atrás, o tratamento da LVC não era permitido no Brasil e os cães diagnosticados com a doença eram submetidos à eutanásia.

A Virbac mudou esse cenário, quando conseguiu a aprovação, no Ministério da Agricultura, de um novo medicamento para o tratamento da LVC.

 

O Médico Veterinário nesse novo cenário

O Médico Veterinário será o responsável por instruir o proprietário sobre todos os aspectos do tratamento e sobre a responsabilidade que o proprietário deverá assumir sobre o acompanhamento adequado do paciente pelo Médico Veterinário. 

Como a LVC é uma doença crônica e de difícil cura parasitológica, é essencial o acompanhamento do animal pelo Médico Veterinário para ser avaliada a necessidade de um novo ciclo de tratamento.

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E os outros tratamentos que eram considerados ilegais?

Continuam sendo não autorizados.

Apenas medicamentos de uso exclusivo veterinário registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) podem ser utilizados no tratamento da LVC.

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Como garantir a procedência deste medicamento?

Os produtos comercializados pela Virbac do Brasil possuem uma etiqueta com um número que fornece a sua rastreabilidade. Assim, é possível identificar quem está tratando com o produto adquirido de forma legal. 

Porém, o mesmo produto não adquirido no Brasil, não possui essa etiqueta, não sendo possível a comprovação de que o tratamento está sendo feito de forma legalizada. 

Além disso, produtos vendidos fora do Brasil não possuem garantia de eficácia, qualidade, segurança ou respaldo do laboratório, já que não é possível comprovar em quais condições de transporte e armazenamento estes produtos permanecem, o que pode comprometer as características do medicamento. 

 

Virbac Club Pet

Para que a Virbac ajude a monitorar o animal tratado, o código da etiqueta deve ser adicionado ao aplicativo http://virbacclubpet.com.br/, auxiliando o Médico Veterinário e o proprietário no acompanhamento do animal tratado, inclusive com lembretes para agendamentos de retorno à clínica para reavaliação. 

 

 

 

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Mitos e verdades sobre a Leishmaniose Visceral Canina (LVC)

  1. Até o momento, só existe um medicamento aprovado no Brasil para tratamento da LVC.

 Verdade. A Virbac possui o único medicamento para tratamento da LVC, de uso exclusivo em cães, e registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para este fim

Vale ressaltar que a Portaria Interministerial Nº 1.426, proíbe o tratamento da LVC com produtos de uso humano e com produtos não registrados no MAPA.

  1. Após o tratamento, o cão estará curado da doença.

Mito. O cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica. Porém, apesar de reduzir significativamente a quantidade de parasitas e o cão deixar de ser transmissor da doença, a o parasita permanecerá em seu organismo. Por esse motivo é tão importante o acompanhamento e monitoramento do animal por um Médico Veterinário, através de exames clínicos e laboratoriais; além da repetição do tratamento, a fim de manter os níveis baixos da quantidade de parasitas.

  1. Se o cão está com sintomas na pele, isso quer dizer que ele tem leishmaniose tegumentar.

Mito. Geralmente, cães com leishmaniose visceral apresentam alterações na pele. Sendo uma doença sistêmica, pode também envolver qualquer órgão, tecido ou fluido corporal e se manifesta por sintomas clínicos inespecíficos. Além das alterações cutâneas, pode apresentar aumento de linfonodos, perda de peso progressiva, atrofia muscular, lesões oculares, entre outros.

Na leishmaniose tegumentar, o cão não é considerado o principal reservatório da doença.

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  1. Posso pegar a doença através do contato físico com o cão que possui a doença.

Mito. A Leishmaniose Visceral Canina não é transmitida por mordida, arranhão, lambedura, urina ou fezes. A doença é transmitida através da picada do mosquito infectado.

  1. A única medida eficiente para controle da doença é o tratamento dos cães doentes.

Mito. O tratamento é apenas uma, dentro de um conjunto de outras medidas necessárias para a prevenção. A medida mais eficiente continua sendo o combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos através da utilização de repelentes.

  1. Consigo prevenir o mosquito retirando focos de água parada.

Mito. O mosquito transmissor da doença – o mosquito-palha – tem preferência por lugares com matéria orgânica, com muitas plantas e árvores frondosas. A limpeza do terreno, poda das árvores, manter os canis limpos e telados são medidas mais eficazes contra esses mosquitos. Além disso, é essencial a utilização de produtos como repelentes e inseticidas para o cão e o ambiente, respectivamente. 

  1. Existe a possibilidade de alguns exames diagnósticos darem resultados errados.

Verdade. Existem resultados chamados de falso positivo e falso negativo (ou seja, o cão saudável pode ser tratado indevidamente e o cão doente pode ficar sem tratamento). Por esse motivo, o diagnóstico não é baseado em um único exame, sendo um processo complexo que necessita de prova e contraprova.

 

 

 


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A DOENÇA

 

A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é uma doença parasitária causada por um protozoário, Leishmania infantum chagasi, tendo o cão como principal reservatório da doença. Além disso, a LVC é uma zoonose, doença que pode ser transmitida dos animais para o homem.    

 

Os principais sintomas de LVC são:    

 

•    Lesões de pele

•    Aumento generalizado de linfonodos

•    Perda de peso progressiva

•    Atrofia muscular

•    Lesões oculares

•    Sangramento nasal

•    Crescimento exagerado das unhas (onicogrifose)

 

Atualmente, sabe-se que os sintomas variam muito e não têm um padrão específico, podendo ser confundidos com outras doenças. É importante que o Médico Veterinário solicite exames específicos para o diagnóstico da LVC.   

 

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TRANSMISSÃO

 

A transmissão ocorre quando o flebótomo (mosquito-palha) pica um animal doente e ingere, junto com o sangue, o parasito. Ao picar outro animal, o mosquito acaba inoculando o parasito em sua corrente sanguínea, transmitindo a doença. Somente as fêmeas do mosquito irão fazer esta transmissão.    

 

A LVC NÃO é transmitida por mordida, arranhão, lambedura, urina ou fezes de animais infectados.

 

 

DIAGNÓSTICO

 

O diagnóstico é feito através da avaliação física e realização de exames específicos para identificar a presença do protozoário.    

 

Somente o Médico Veterinário está capacitado para diagnosticar e tratar a LVC corretamente.

 

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TRATAMENTO

Antes da aprovação do medicamento para o tratamento da LVC no país, que aconteceu em agosto de 2016, os animais diagnosticados com leishmaniose eram submetidos à eutanásia.    

 

O tratamento é feito em casa, e o medicamento é seguro e administrado pela via oral, durante 28 dias.

É muito importante que o animal em tratamento seja acompanhado pelo Médico Veterinário, regularmente. A cada 4 meses é necessário realizar exames específicos para avaliar a evolução da doença e a necessidade de um novo tratamento.  

 

ACOMPANHAMENTO

 

Veja abaixo algumas imagens antes e depois do tratamento.

 

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PREVENÇÃO

 

A melhor forma de prevenção é a utilização de inseticidas e repelentes para evitar que o mosquito pique o animal. A utilização de produtos específicos para estes fins vai auxiliar no controle do mosquito transmissor, reduzindo a chance do flebótomo transmitir a doença.

Animais em tratamento também devem fazer uso de repelentes, a fim de se evitar a reinfecção e a transmissão da doença a animais saudáveis. 

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